A Fisioterapia tem papel decisivo no enfrentamento dos sintomas motores do Parkinson. Segundo o Doutor Ivo Koedel, especialista da Unisanta, a atuação fisioterapêutica pode retardar os impactos físicos da doença e ampliar a autonomia das pessoas diagnosticadas.
“O objetivo da Fisioterapia em pacientes com Doença de Parkinson é se contrapor aos sinais clínicos e complicações secundárias decorrentes dessa patologia, os quais vão reduzindo e restringindo gradativamente os movimentos do paciente.
Por esses motivos, a Fisioterapia propõe a orientação e o movimento como recursos terapêuticos.”
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